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Trabalhar no exterior: o que ninguém te conta sobre crescer fora do Brasil.

As buscas por “nômades digitais” cresceram 250% no Brasil nos últimos 3 anos. Mas viver e trabalhar fora do país vai muito além de uma escolha de estilo de vida: é um movimento de carreira que exige planejamento, estratégia e consistência. O que pouca gente te conta: trabalhar no exterior exige mais do que coragem, exige método. Seja para trabalhar remotamente, tirar visto como profissional qualificado ou viver como nômade digital, os caminhos são diferentes e precisam ser pensados com consciência.


Minha experiência vivendo e trabalhando fora do Brasil.


Tive a oportunidade de trabalhar na Alemanha por meio de um intercâmbio entre a empresa em que atuava e um cliente que atendíamos lá. Foi fácil? A Alemanha é um país muito acolhedor, ao contrário de outras nações que podem ser mais fechadas, mas o idioma é um grande desafio, e nem todos se sentem confortáveis em utilizar o inglês. A experiência me ensinou que adaptação cultural é tão importante quanto a competência técnica.


Também tive a oportunidade de estudar em alguns países, como Estados Unidos e Inglaterra.


  • Nos EUA, especialmente no Vale do Silício, convivi com profissionais de diversas nacionalidades, em um ambiente extremamente inovador e multicultural. Por outro lado, percebi que o país impõe muitas restrições aos estrangeiros, e navegar por esse cenário exige preparo e resiliência.

Trabalhar no exterior
Sanford University - California 
  • Já Londres me conquistou pela forma acolhedora com que recebe profissionais de fora, pela diversidade cultural e pelas inúmeras oportunidades para quem deseja expandir sua atuação internacional.

Trabalhar no exterior
Metrô de Londres 

Essas experiências moldaram minha visão sobre como planejar uma carreira global e reforçaram minha convicção de que é fundamental dominar o idioma e estar tecnicamente preparado. Por mais que as nações recebam você bem, você sempre será um estrangeiro e, para ter direito de fala e espaço de influência, precisa ser e estar preparado.


Os melhores destinos para cada objetivo:


Para quem busca um visto como profissional qualificado:


  • Letônia – Processo de visto digital facilitado.

  • Irlanda – Excelente infraestrutura e alta demanda por profissionais estrangeiros.

  • Islândia – Qualidade de vida e abertura a talentos internacionais.


Para quem tem trabalho remoto e quer morar fora:


  • Vietnã – Baixo custo de vida e boa conexão.

  • Tailândia – Comunidade vibrante, paisagens inspiradoras e excelente infraestrutura remota.

  • Indonésia (Bali) – Refúgio criativo, natureza e foco em bem-estar.


Para nômades digitais com flexibilidade de localização:


  • Costa Rica – Estilo de vida equilibrado e rede internacional de nômades.

  • Geórgia – Entrada liberada para mais de 90 países e alto custo-benefício.

  • Tailândia – Um dos destinos mais consolidados para quem vive em movimento.


Por que isso importa?

Já são mais de 35 milhões de nômades digitais no mundo, com projeções de até 1 bilhão até 2035. Só nos Estados Unidos, são mais de 17 milhões de profissionais itinerantes, um crescimento de 131% desde 2019. O Brasil está entre os países com maior crescimento no interesse por mobilidade internacional de carreira.


E o idioma? Não tem como fugir: comunicação é parte essencial da adaptação e do sucesso internacional. Saber se relacionar, apresentar ideias, fazer networking e participar de processos seletivos no idioma local ou em inglês já não é diferencial é pré-requisito. Se Relacionamento é o primeiro pilar do REDIM, o idioma é o canal. E como toda conexão significativa, isso exige intencionalidade, preparo e abertura para aprender.


dicas par aprender outro idioma
5 Dicas rápidas para destravar o idioma.

Onde o método REDIM faz diferença:

Se você está pensando em internacionalizar sua carreira, mudar de país ou apenas ampliar seu olhar de mundo, o método REDIM pode ser seu guia estratégico:


  1. R – Relacionamento: Construa conexões reais e saiba navegar em culturas diferentes.

  2. E – Estratégia: Escolha seu destino com clareza e combine oportunidade com vocação.

  3. D – Disciplina: Crie rotinas que sustentem sua performance em qualquer fuso.

  4. I – Inovação: Adapte sua forma de trabalhar, aprender e se comunicar.

  5. M – Mentoria: Não faça isso sozinho. Conte com apoio para acelerar sua jornada.


O mundo está mais aberto do que nunca. Mas crescer fora do Brasil exige mais do que sonhar. Exige decidir com método, preparo técnico e domínio do idioma. Se você quer viver essa transição com direção, te convido a conhecer o REDIM. 


Trabalhar no exterior

E você? Já pensou ou viveu a experiência de trabalhar fora do Brasil? Compartilhe nos comentários o que foi mais desafiador ou o que mais te surpreendeu na sua trajetória. 


Tek abraço, Daiana Tek 

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