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Quem investe em educação, comanda o futuro.

Por que a China forma 100 milhões de engenheiros enquanto o Ocidente romantiza o improviso?

Em 2030, a China terá mais de 200 milhões de jovens com ensino superior, número equivalente a toda a força de trabalho dos Estados Unidos. Mais de 40% desses jovens estarão formados em áreas STEM: Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Estamos falando de cerca de 100 milhões de profissionais qualificados em disciplinas que sustentam a civilização moderna. Sim, 100 milhões. Agora pense: enquanto isso, no Ocidente, o que estamos priorizando? E porque não é a educação?


contrate china
O contraste

A ilusão do improviso. Por aqui, ainda tentam nos convencer de que ensino superior, mestrado e doutorado são irrelevantes. Que é possível reinventar a OpenAI ou dominar nanotecnologia assistindo vídeos curtos na internet, sem método, sem disciplina, sem aprofundamento. Inovação sem profundidade é só entretenimento. E conteúdo sem base crítica não forma profissionais, forma replicadores rasos.


A China entendeu algo que muitos fingem não ver: a disputa entre potências não será vencida com carisma, memes ou discursos motivacionais. Ela será vencida por quem domina dados, infraestrutura, lógica, engenharia e estratégia e educa com visão de longo prazo. A China planta hoje o que o mercado e o mundo vai precisar colher em 20 anos.


E qual o papel do REDIM diante desse cenário? No meu método, REDIM, educação e liderança não são modismos, são fundamentos. Cada pilar é uma resposta clara à urgência de formar líderes preparados para o agora e para o que está por vir.


Método REDIM Daiana Tek
REDIM

  • R de Relacionamento: Porque não basta saber — é preciso conectar saber à prática, à cultura e ao coletivo. Relacionar é formar profissionais que compreendem o impacto do que constroem e com quem constroem.

  • E de Estratégia: Porque formar sem direção é desperdiçar potencial. Aqui, a pergunta não é só “o que ensinar?”, mas “por que, para quem e com qual propósito?”

  • D de Disciplina: Porque nenhum país se torna potência com curiosidade volátil. Disciplina é constância no aprendizado — mesmo sem aplausos, mesmo sem palco.

  • I de Inovação: Porque tecnologia sem base crítica vira risco. Inovar, de verdade, é ter estrutura para sustentar o novo com responsabilidade.

  • M de Mentoria: Porque desenvolver habilidade técnica é fácil. Difícil é formar pensamento crítico. Mentoria é formação com consciência — é preparar mentes para pensar, decidir e liderar.


A China não está apenas formando profissionais, está produzindo relevância geopolítica.Transformou conhecimento em poder de influência. E nós? Estamos educando para sustentar um país competitivo no século XXI ou distraindo mentes que, sem preparo, vão servir às potências que levaram a educação a sério?

China
China

Soberania não se constrói com achismos. Constrói-se com educação de verdade: com base em ciência, em leis internacionais, em protocolos ambientais globais, em responsabilidade política e no respeito à privacidade de dados. LGPD, ESG, soberania digital, não são temas de nicho. São temas de futuro e por conta disso não basta formarmos profissionais técnicos. Precisamos formar líderes conscientes, capazes de pensar globalmente, agir com ética e proteger o que é de todos. Com método, com estratégia e com visão de país.


Se isso te provocou, compartilha. Ainda dá tempo de liderarmos com consciência.


Tek abraço, Daiana Tek 


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